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# Como converter discos UEFI em BIOS no teu servidor Windows - Plenit

Descobre aqui **como converter discos UEFI para BIOS** para evitar problemas de execução dentro da plataforma da Plenit.

As máquinas montadas com tecnologia **UEFI não são suportadas** pela Plenit, concretamente as máquinas virtuais de **Azure Gen2** (de Segunda Geração) e as máquinas virtuais de \*\*Hyper-V Get2 \*\*(de Segunda Geração).

Ao tentar iniciar uma máquina deste tipo, possivelmente encontraremos um erro como o seguinte ou muito semelhante:

*iPXE: (hrrp\://ipxe.org) 00:04.0 CA00 PCI2.10 PMM-0010000100011020 CA00*

*Pressione F12 para o menu de arranque.*

*Dispositivo de arranque: Disco rígido -- sucesso.*

*Dispositivo de arranque: CD-ROM -- Falha: não foi possível ler o disco de arranque*

*Nenhum dispositivo de arranque.*

*Desligando em 30 segundos.*

**NOTA:** *Além disso, no Passo 5 deste tutorial podes encontrar um procedimento guiado para **resolver problemas de corrupção do arranque** de um servidor Microsoft Windows.*

&#x20;

### **Como converter discos UEFI para BIOS?**

#### **Pré-requisitos ou pré-configuração**

Para concluir de forma satisfatória este tutorial e **converter discos UEFI para BIOS** será necessário:

* Por um lado, estar \*\*inscrito na Plataforma Plenit \*\*com uma organização e estar registado na mesma após fazer [Iniciar sessão](https://admin.jotelulu.com/){target="\_blank" rel="noopener"}.
* Por outro lado, [ter subscrito uma Subscrição de Servidores](https://jotelulu.com/soporte/tutoriales/como-desplegar-servidor){target="\_blank" rel="noopener"}
* Ter um\*\* servidor Windows migrado com problemas de arranque \*\*dentro da subscrição.
* Ter um\*\* servidor Ubuntu 20 operativo \*\*dentro da subscrição.

\*\*NOTA: \*\**Antes de fazer a operação, recomenda-se fazer uma cópia de segurança do disco sobre o qual vamos operar, para assim poder recuperá-lo no caso de cometer algum erro durante o processo, já que, entre outras coisas, é possível que cometamos um erro e apaguemos o seu conteúdo.*

**NOTA:** \*Ao finalizar a operação, é recomendável que eliminemos as cópias de segurança que tenhamos criado e que não seja necessário armazenar, já que, embora não se fature pelas cópias de segurança que se possam fazer, fatura-se pelo espaço em disco armazenado.  \*

&#x20;

#### **Passo 0. Preparar a máquina Ubuntu**

No caso de não ter uma **máquina Ubuntu 20** provisionada na subscrição de servidores, \*\*dever-se-á implementar \*\*para assim poder operar e usá-la para a recuperação do disco que está a dar problemas.

Além disso, a máquina virtual deve ser preparada para **poder aceder-lhe** através de uma ligação **direta por SSH** e assim seja mais cómodo do que trabalhar a partir da consola. Para isso, será também necessário abrir a **porta de SSH no firewall** da subscrição de servidores da Plenit e que se use algum programa para a ligação, como por exemplo o PuTTY no caso de ligar a partir de um equipamento Microsoft Windows.

&#x20;

#### **Passo 1. Preparação dos discos**

A primeira coisa a fazer é **parar a máquina virtual** cujo arranque não está a funcionar corretamente. Para isso, deve-se aceder à subscrição onde se encontra a máquina virtual que falha ao arrancar e ir ao servidor concreto que falha.

Uma vez aí, deve-se ir à parte superior do ecrã e **clicar em "Parar"** (1) para **parar a máquina** virtual.

![Paso 1. Paramos la máquina virtual que está dando problemas para poder
desconectar los
discos](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso201.20Paramos20la20mC3A1quina20virtual20que20estC3A120dando20problemas20para20poder20desconectar20los20discos-800x404-1.jpg){decoding="async"}

Passo 1. Paramos a máquina virtual que está a dar problemas para poder desligar os discos

Uma vez se tenha a certeza de que a máquina parou, deve-se **ir à secção de discos** (2) da subscrição de servidores, procurar o disco que pertence a essa máquina virtual e **clicar nos três pontos** (3) para\*\* selecionar a opção "desligar"\*\* (4).

![Paso 1. Desconectamos el disco que queremos modificar para poder
operar con
el](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso201.20Desconectamos20el20disco20que20queremos20modificar20para20poder20operar20con20el-800x396-1.jpg){decoding="async"}

Passo 1. Desligamos o disco que queremos modificar para poder operar com ele

Neste momento já se tem **o disco desligado** do servidor de origem e **é necessário ligá-lo ao servidor Ubuntu** 20 que vai ser usado para a operação de reparação do arranque mediante a mudança de GPT para BIOS.

Para ligar este disco à máquina Ubuntu, deve-se\*\* ir à secção de discos\*\* (5) da subscrição de servidores, que em princípio é a secção onde se está neste momento, procurar o disco que foi desligado da máquina virtual e **clicar nos três pontos** (6) para\*\* selecionar a opção "Ligar"\*\* (7).

![Paso 1. Conectamos el disco a la máquina Ubuntu para su
manipulación](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso201.20Conectamos20el20disco20a20la20mC3A1quina20Ubuntu20para20su20manipulaciC3B3n-800x353-1.jpg){decoding="async"}

Passo 1. Ligamos o disco à máquina Ubuntu para a sua manipulação

Ao selecionar o disco, pede-se **selecionar o servidor** (8) ao qual o disco tem de ser ligado, pelo que se deve selecionar o equipamento pertinente e **clicar em "Continuar"** (9).

![Paso 1. Seleccionamos el servidor al que se va a conectar el
disco](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso201.20Seleccionamos20el20servidor20al20que20se20va20a20conectar20el20disco-800x291-1.jpg){decoding="async"}

Passo 1. Selecionamos o servidor ao qual o disco vai ser ligado

Quando se tiver o **disco ligado ao servidor**, deve-se **ir à secção de servidores**,\*\* selecionar o servidor\*\* e **iniciar a máquina virtual** (10) à qual acabámos de ligar o disco para começar a operação em si.

![Paso 1. Arrancamos el servidor sobre el que vamos a tratar el
disco](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso201.20Arrancamos20el20servidor20sobre20el20que20vamos20a20tratar20el20disco-800x302-1.jpg){decoding="async"}

Passo 1. Iniciamos o servidor sobre o qual vamos tratar o disco

Depois disso, **criamos uma regra de entrada no firewall** do servidor para poder **aceder remotamente via SSH** e trabalhar de forma mais cómoda, em vez de ligar a partir da consola integrada na Plenit, já que trabalhar a partir da consola é um pouco mais incómodo.

Para isso deve-se \*\*ir à subscrição \*\*de servidores, deve-se **aceder à configuração do servidor** do Ubuntu e, na parte inferior do ecrã, na secção "Firewall -- Regras de entrada", deve-se **clicar em "Nova regra"** (11).

![Paso 1. Creamos una nueva regla de entrada para conectar por SSH en el
firewall de
Plenit](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso201.20Creamos20una20nueva20regla20de20entrada20para20conectar20por20SSH20en20el20firewall20de20Jotelulu-800x387-1.jpg){decoding="async"}

Passo 1. Criamos uma nova regra de entrada para ligar por SSH no firewall da Plenit

Na nova janela, devem ser configurados os seguintes **dados de ligação**:

* **Selecionar rede**: (12) Deverá ser selecionada a **rede através da qual será feita a ligação**. Regra geral será a que vem configurada.
* **IP ou Rede**: (13) **O IP ou rede a partir da qual se pode fazer a ligação**. Por defeito está como "Qualquer IP" mas **recomenda-se limitá-lo**, colocando o IP ou intervalo de IP da empresa do cliente, já que estas ligações não vão ser realizadas a partir de mais nenhum lugar, e assim minimizamos a superfície de ataque.
* **Protocolo e Porta pública**: (14) É a porta que queremos que se **use para ligar**, é composto por Protocolo (TCP ou UDP) neste caso **TCP** e o **número da porta**, que neste caso é **a porta 22**.
* **IP Pública**: (15) O IP público do servidor ao qual se ligará através desta regra.
* **IP Privado**: (16) O IP privado do servidor ao qual se ligará através desta regra.
* **Porta privada**: (17) É a porta que queremos que se **use para ligar**, na parte interna, neste caso só é necessário o **número da porta (Porta 22)**.

Uma vez configurado tudo, terá de se \*\*clicar em "Continuar" \*\*(18) para que a regra seja criada.

![Paso 1. Creamos una regla de conexión para SSH en el firewall del
servidor dando los
datos](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso201.20Creamos20una20regla20de20conexiC3B3n20para20SSH20en20el20firewall20del20servidor20dando20los20datos-800x564-1.jpg){decoding="async"}

Passo 1. Criamos uma regra de ligação para SSH no firewall do servidor fornecendo os dados

Após esta configuração, será possível **ligar à consola do servidor GNU/Linux através de SSH** usando para isso algum programa de ligações como o PuTTY, que é um dos programas mais amplamente usados para poder ligar por SSH (e outros protocolos) a partir de equipamentos Windows.

\*\*NOTA: \*\**Podes descarregar o programa PuTTY da seguinte* [*URL*](https://putty.org/)*{target="\_blank" rel="noopener"}.*

![Paso 1. Usamos PuTTY para conectar al servidor sobre el que vamos a
hacer la
operativa](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso201.20Usamos20PuTTY20para20conectar20al20servidor20sobre20el20que20vamos20a20hacer20la20operativa-800x378-1.jpg){decoding="async"}

Passo 1. Usamos o PuTTY para ligar ao servidor sobre o qual vamos fazer a operação

&#x20;

#### **Passo 2. Operação de modificação do disco**

O seguinte que se tem de fazer é **ligar via SSH** a partir do equipamento usado para administrar, usando para isso a ferramenta que tenha sido escolhida, como por exemplo o PuTTY proposto anteriormente.

Uma vez ligados, a primeira coisa a fazer é **listar os discos disponíveis** no servidor para assim identificar o disco que montámos para a sua reparação. Para isso podem ser usados vários comandos, mas no nosso caso **deve ser usado o comando "fdisk -l"** (19) que mostra todos os discos e partições disponíveis no equipamento.

Ao **mostrar os discos que existem** (20) que, regra geral, terão uma forma semelhante a:

/etc/xvda1\
/etc/xvda2\
/etc/xvda3\
/etc/xvdb1\
/etc/xvdb2\
/etc/xvdb3\
/etc/xvdb4\
/etc/xvdb5

Neste caso, vemos que todos **começam com "/etc/"** isto deve-se a que os **dispositivos e partições** têm o seu ficheiro de configuração ligado ao disco montado.

Além disso, vemos que depois todos partilham uma cadeia, a formada **por "xvdb"**.

Por fim, pode ver-se que há **um "a" ou um "b" seguido de um número**. Isto deve-se a que cada disco do sistema tem uma letra atribuída, ordenada alfabeticamente e, portanto, começando pela "a" e seguida pela "b", etc. Além disso, **cada partição do disco recebe um número** que começará por "1" e continuará a incrementarse.

Com o que acabámos de comentar, a lista de discos e partições mostrada anteriormente, "/etc/xvda1", "/etc/xvda2" e "/etc/xvda3" pertencerão ao disco "/etc/xvda", enquanto "/etc/xvdb1", "/etc/xvdb2", "/etc/xvdb3", "/etc/xvdb4" e "/etc/xvdb5" pertencerão ao disco "/etc/xvdb".\
Dito isto, da lista que nos é mostrada, **interessar-nos-á o disco "b"**, já que o primeiro (a) é o que executa o sistema operativo Ubuntu e o segundo (b) é o montado para a sua reparação, mas atenção, isto dependerá de termos mais discos montados nesse servidor.

![Paso 2. Comprobamos los discos conectados en el servidor para
identificar el que se ha
pinchado](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso202.20Comprobamos20los20discos20conectados20en20el20servidor20para20identificar20el20que20se20ha20pinchado-800x436-1.jpg){decoding="async"}

Passo 2. Comprovamos os discos ligados no servidor para identificar o que foi ligado

O seguinte que se deve fazer é **editar o disco** que se queira alterar (comumente o "/etc/xvdb") e para isso deve-se **executar o comando** "gdisk /dev/xvdb" (21).

Ao executar este comando, será devolvida uma **informação sobre o estado da tabela de partições**, informando do tipo que é. No caso em apreço, deverá ser do tipo GPT pelo que **deverá mostrar um "GPT: Present"** (22), o que indicará que é um disco do tipo GPT que não apresenta qualquer tipo de problema.

**Se for mostrado uma mensagem como "GPT: Damaged"** dever-se-á fazer **um passo adicional que abordamos no passo 3**. Se no caso que estás a tratar este erro for mostrado, passa ao Passo 3 e volta aqui quando terminares de o realizar.

![Paso 2. Editamos el disco con gdisk y comprobamos el estado de la
partición](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso202.20Editamos20el20disco20con20gdisk20y20comprobamos20el20estado20de20la20particiC3B3n-800x436-1.jpg){decoding="async"}

Passo 2. Editamos o disco com o gdisk e comprovamos o estado da partição

No caso de **a mensagem seja "GPT: present"** devem ser **escritas as seguintes opções** (23) do menu do "gdisk" pela ordem mostrada a seguir:

**r**: Prepara as opções de recuperação e transformação.

**g**: Converte a partição de GPT para MBR.

**s**: Prepara a partição MBR.

**p**: Mostra a tabela MBR.

**w**: Escreve a tabela de partições MBR.

**e**: Validaremos a escrita e sairá do programa.

![Paso 2. Comenzamos a lanzar los comandos de gdisk para hacer el cambio
en el
disco](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso202.20Comenzamos20a20lanzar20los20comandos20de20gdisk20para20hacer20el20cambio20en20el20disco-800x418-1.jpg){decoding="async"}

Passo 2. Começamos a executar os comandos do gdisk para fazer a alteração no disco

Com isto terá **terminado esta parte da operação** e deverá **ir para o Passo 4**.

&#x20;

#### **Passo 3. Operação no caso de ter a mensagem "GPT: Damaged"**

**IMPORTANTE:** *O que se conta a seguir só deve ser executado no caso de o disco apresentar a mensagem "GPT: Damaged".*

\*\*NOTA: \*\**Deve-se recordar que é uma boa prática fazer uma cópia de segurança do disco com que estamos a operar antes de fazer toda esta operação.*

**Ao executar o comando "gdisk /dev/xvdb" foi mostrado o erro "GPT: Damaged"** pelo que se deve realizar uma operação adicional.

Esta consiste em que quando o **comando "gdisk" devolver o prompt** deverão ser colocadas as seguintes **opções pela ordem** (24) que aqui se listam:

**p**: Imprimir a informação da tabela de partições.

**w**: Escrever a tabela de partições e sair.

**e**: Confirmar a escrita da tabela de partições.

![Paso 3. Continuamos con los comandos de gdisk para recuperar la
partición
GPT](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso203.20Continuamos20con20los20comandos20de20gdisk20para20recuperar20la20particiC3B3n20GPT-800x418-1.jpg){decoding="async"}

Passo 3. Continuamos com os comandos do gdisk para recuperar a partição GPT

Para comprovar que tudo correu bem, deve-se\*\* executar novamente o comando "gdisk /dev/xvdb"\*\* (25) e verificar que é mostrada a mensagem "GPT: present" em vez da "GPT: damaged" que era mostrada anteriormente.

![Paso 3. Comprobamos con gdisk que el estado de GPT es present y no
damaged](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso203.20Comprobamos20con20gdisk20que20el20estado20de20GPT20es20present20y20no20damaged-800x416-1.jpg){decoding="async"}

Passo 3. Confirmamos com o gdisk que o estado do GPT é present e não damaged

Se tudo correu bem, poderá voltar-se ao ponto do Passo 2 onde estávamos antes de passar a resolver o problema do GPT.

&#x20;

#### **Passo 4. Reparação do arranque do Windows**

Neste passo, a conversão do disco já foi feita, mas **ainda não é arrancável dentro do Windows**. Por esta razão deve-se **desligar as máquinas virtuais**, **desligar o disco da máquina Ubuntu** que foi usada para a sua recuperação e **ligá-lo à máquina Windows** da qual tinha sido previamente desligado.

**NOTA:** *O processo de desligar de uma máquina para o ligar noutra já foi reproduzido anteriormente, pelo que não volta a ser descrito. Se o leitor tiver dúvidas, remetemo-lo para a operação realizada anteriormente.*

O seguinte que se deve fazer após ligar novamente o disco é **introduzir uma imagem ISO para que possa arrancar** a partir dela, da mesma maneira que se trabalhássemos com um equipamento físico e quiséssemos fazer tarefas de manutenção ou recuperação.

Para fazer esta operação deve-se **ir ao portal de administração** da Plenit, **aceder à subscrição de servidores** onde se encontra o servidor, **selecionar o servidor** e, na janela de administração ou edição do servidor, ir à parte superior da janela, onde em princípio \*\*poderá ler-se "Nenhuma ISO" \*\*(26) e implementar as opções para **selecionar a ISO** (27) correspondente ao sistema operativo do servidor (por exemplo, Windows Server 2019).

![Paso 4. Seleccionamos la ISO a montar en el servidor para poder lanzar
las opciones de
recuperación](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso204.20Seleccionamos20la20ISO20a20montar20en20el20servidor20para20poder20lanzar20las20opciones20de20recuperaciC3B3n-800x390-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Selecionamos a ISO a montar no servidor para poder lançar as opções de recuperação

Uma vez feito isto, deve-se **iniciar a máquina.** Para isso, na consola de administração da Plenit deverá\*\* clicar-se em "Ligar"\*\* (28), **confirmando** quando surgir a pergunta se se pretende ligar o servidor.

![Paso 4. Arrancamos la máquina
virtual](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso204.20Arrancamos20la20mC3A1quina20virtual-800x389-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Iniciamos a máquina virtual

Depois disso, deverá esperar-se um momento enquanto a máquina arranca e deverá **ser iniciada a consola** (29).

\*\*NOTA: \*\**Seguramente não consigamos ligá-la à primeira, já que o sistema está a arrancar, motivo pelo qual deverá ser lançada tantas vezes quantas as necessárias até conseguir que seja mostrado o arranque a partir da ISO.*

![Paso 4. Lanzamos la consola de administración remota disponible en la
plataforma](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso204.20Lanzamos20la20consola20de20administraciC3B3n20remota20disponible20en20la20plataforma-800x389-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Iniciamos a consola de administração remota disponível na plataforma

Quando se conseguir abrir a consola deve-se **iniciar o arranque a partir de CD/DVD**, ou seja, a partir da ISO que foi introduzida, deverá esperar-se que seja mostrada a mensagem *"Pressione qualquer tecla para iniciar a partir do CD ou DVD..."* deverá **premir a tecla "Enter"** (30) para que arranque a partir da imagem e comece a carregar os ficheiros do sistema.

![Paso 4. Pulsamos enter para que cargue la imagen que hemos conectado a
la
máquina](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso204.20Pulsamos20enter20para20que20cargue20la20imagen20que20hemos20conectado20a20la20mC3A1quina-800x452-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Premimos Enter para que carregue a imagem que ligámos à máquina

**NOTA:** *É bastante comum que a tecla não seja captada à primeira, pelo que poderá acabar por se ver a inicialização do sistema operativo instalado na máquina virtual. Se isso acontecer, deverá reiniciar-se ou desligar-se a máquina e repetir a tentativa.*

Neste momento, se tudo correr bem, o sistema **começará a carregar a ISO** e a descomprimir os binários para poder executar a consola com a qual teremos de realizar a operação, pelo que será preciso ter paciência enquanto carrega.

![Paso 4. Esperamos mientras se carga la imagen del
sistema](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso204.20Esperamos20mientras20se20carga20la20imC3A1gen20del20sistema-800x450-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Esperamos enquanto a imagem do sistema carrega

Quando carregar a **janela de "Configuração do sistema operativo Windows Server"**, deverá ser feito **clique em "Seguinte"** (31), não sendo demasiado importante se está num idioma ou noutro, já que iremos trabalhar em linha de comandos.

![Paso 4. Hacemos clic en siguiente para pasar al siguiente
menú](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso204.20Hacemos20clic20en20siguiente20para20pasar20al20siguiente20menC3BA-800x451-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Clicamos em Seguinte para passar ao menu seguinte

Na janela seguinte, deverá ser feito **clique em "Reparar o computador"** (32) para entrar nas opções de recuperação do sistema.

![Paso 4. Hacemos clic en Reparar
equipo](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso204.20Hacemos20clic20en20Reparar20equipo-800x450-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Clicamos em Reparar o computador

Depois disto será mostrada uma nova janela na qual se deverá **selecionar "Resolução de problemas"** (33).

![Paso 4. Seleccionamos solucionar problemas en el menú
visual](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso204.20Seleccionamos20solucionar20problemas20en20el20menC3BA20visual-800x451-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Selecionamos resolução de problemas no menu visual

E finalmente, dentro das opções avançadas deverá ser **selecionada a opção "Linha de comandos"** (34) que abrirá uma janela de CMD do Windows sobre a qual já poderemos operar.

![Paso 4. Seleccionamos símbolo del sistema entre las opciones que se
nos
ofrecen](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/5_Paso204.20Seleccionamos20simbolo20del20sistema20entre20las20opciones20que20se20nos20ofrecen-800x451-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Selecionamos linha de comandos entre as opções que nos são oferecidas

Agora que se tem uma **consola de linha de comandos do Windows**, o que comumente se chama "Command" ou "CMD", devem ser **executados uma série de comandos** (35), que são os mesmos que quando se está a fazer um disco USB arrancável.

Os comandos a executar são os seguintes:

*diskpart*

*list disk*

\*select disk \*

*list partition*

*list volume* (servirá para identificar o volume onde o Windows está instalado)

Onde:

* "" será o disco que se quer usar para iniciar o sistema, não podendo ser escolhido um disco de dados.

Uma vez feito isto, deve-se **rever até encontrar a partição "C:"**, executando os seguintes **comandos e usando o número de partição correspondente** (36) à partição procurada.

\*select partition \*

*ativo*

*exit*

Após a execução do comando "activate", se tudo correr bem, deverá ser recebido o **mensagem "Diskpart marca a partição atual como ativa"** (37).

![Paso 4. Lanzamos diskpart y hacemos la operación sobre el
disco](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/2_Paso204.20Lanzamos20diskpart20y20hacemos20la20operaciC3B3n20sobre20el20disco.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Executamos o diskpart e fazemos a operação sobre o disco

Feito isto, deve-se **tornar a partição arrancável**, pelo que se deve **procurar a letra** onde está o sistema operativo Windows, que possivelmente seja "D:" já que "C:" está a ser usada pelo sistema de recuperação, e, por outro lado, também se tem de procurar a letra da unidade onde foi carregada a ISO, que seria a equivalente ao CD/DVD, podendo ser "E:" ou "F:" as opções mais comuns.

Quando as letras das unidades estiverem claras, devem ser **executados os seguintes comandos** (38):

*F:*

*dir*

*BCDBOOT D:\Windows*

*bootrec /fixmbr*

Onde:

* F: é a unidade onde temos a ISO mapeada (o CD/DVD) no nosso caso.
* D: é a unidade onde está o sistema operativo Windows da máquina virtual.

Após a execução do comando "bootrec /fixmbr", se tudo correr bem, deverá ver-se o **mensagem "a operação foi concluída com êxito"**.

Se for assim, a operação terá terminado, pelo que se poderá **reiniciar a máquina** e **verificar que a máquina arranca** sem problemas.

Se, pelo contrário, ao executar o comando "BCDBOOT D:\Windows" nos **devolve a mensagem "Erro ao tentar copiar Ficheiros de arranque"**, significará que o comando falhou, pelo que se **deverá continuar no Passo 5**.

![Paso 4. Recuperamos el arranque de
Windows](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/1_Paso204.20Recuperamos20el20arranque20de20Windows-scaled-1.jpg){decoding="async"}

Passo 4. Recuperamos o arranque do Windows

&#x20;

#### **Passo 5. Solução da falha de cópia de Ficheiros de arranque**

**NOTA:** *Este procedimento só deve ser aplicado se falhar a execução do comando "BCDBOOT D:\Windows" e tiver devolvido o erro "Erro ao tentar copiar Ficheiros de arranque".*

Para solucionar este problema, apenas é necessário\*\* seguir o seguinte procedimento\*\* sem saltar nenhum passo e pela ordem que a seguir se apresenta.

Primeiro, deve-se **abrir a aplicação "diskpart"** (39) para localizar o Disco e a partição do Sistema operativo Windows:

*diskpart*

*list disk*

Quando se tiver a certeza **o Disco deve ser selecionado** (40) para o usar:

*select disk 0*

De seguida, devem-se **listar as partições** e **selecionar a que tenha o Windows** instalado e **marcá-la como ativa** (41):

*list partition*

*select partition 3*

*ativo*

*exit*

![Paso 5. Ejecutamos la primera parte de la recuperación del
arraque](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/1_Paso205.20Ejecutamos20la20primera20parte20de20la20recuperaciC3B3n20del20arraque-800x452-1.jpg){decoding="async"}

Passo 5. Executamos a primeira parte da recuperação do arranque

Por último, deverão **executar os comandos de reparação** (42) a partir da unidade ISO (CD/DVD):

*dir*

*BCDBOOT D:\Windows*

*bootrec /fixmbr*

Onde:

* F: é a unidade onde temos a ISO mapeada (o CD/DVD) no nosso caso.
* D: é a unidade onde está o sistema operativo Windows da máquina virtual.

![Paso 5. Ejecutamos la segunda parte de la recuperación del
arraque](https://jotelulu.com/wp-content/uploads/2022/10/Paso205.20Ejecutamos20la20segunda20parte20de20la20recuperaciC3B3n20del20arraque.jpg){decoding="async"}

Passo 5. Executamos a segunda parte da recuperação do arranque

Com isto, o arranque já deverá estar recuperado.

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### **Conclusões**

O processo descrito neste tutorial, **como converter discos UEFI para BIOS,** permite realizar a conversão de uma máquina Windows UEFI proveniente de **Microsoft Azure** ou um **Microsoft Hyper-V** para permitir que seja executada na arquitetura Plenit.

Do mesmo modo, neste mesmo tutorial, pode ver-se como **solucionar a corrupção do arranque** de uma máquina Microsoft Windows.

Como se pode ver, são processos um pouco mais complicados do que o habitual, mas foram descritos de uma forma guiada, através de passos bem definidos, para que o leitor não tenha problemas.

Esperamos que com este pequeno guia não tenhas problemas na conversão de discos UEFI para BIOS e não tenhas problemas em solucionar possíveis problemas no Setor de arranque, mas se os tiveres, não hesites em contactar connosco para que possamos dar-te uma ajuda.

**Obrigado pela tua confiança!**


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```

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