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Origem física ou virtual

O que significa migrar a partir de uma origem física ou virtual e como escolher o tipo correto no assistente.

O assistente de migração pergunta-te, quase no início, se o servidor de origem é físico ou virtual.

Esta escolha condiciona o formato do disco e o fluxo, por isso convém tê-la clara antes de começar.

Origem virtual

É o caso quando partes de uma máquina que já está num hipervisor ou noutro cloud: VMware, Hyper-V, uma instância da AWS, uma VM do Azure, etc.

O disco existe como ficheiro virtual (VMDK, VHD, VHDX, QCOW2, VDI) e o que fazes é exportá-lo e carregá-lo para a Plenit.

Escolhes Virtual quando migras, por exemplo, uma VM do VMware, uma instância da AWS ou uma máquina do Azure.

Origem física

É o caso quando partes de um servidor físico, sem camada de virtualização por baixo. Aqui precisas de gerar primeiro uma imagem do disco físico com uma ferramenta do lado do Partner (por exemplo, Disk2vhd para Windows, que produz um VHD) ou partir de uma cópia de Acronis.

Escolhes Físico quando migras um servidor Windows on-premise com Disk2vhd ou com uma cópia de Acronis, ou um servidor a partir do Hyper-V exportado como cópia.

📘 A regra prática

Se o disco já é um ficheiro virtual que podes exportar, é virtual. Se tens de gerar a imagem a partir de uma máquina física ou de uma Cópia de segurança, é físico.

Porque importa acertar

O tipo de origem abre um caminho diferente no assistente: muda os formatos que te oferece e a forma de entregar o disco. Escolher mal obriga a relançar a migração, por isso é a primeira decisão que convém confirmar.

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